SOS AFRICA

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Pray for África do Sul, Moçambique, Malawi e Zimbábue.

O Ciclone Idai foi o ciclone tropical mais forte a atingir Moçambique desde Jokwe em 2008.

Em 15 de março, Idai atingiu Moçambique, como um ciclone tropical intenso trazendo fortes ventos e causando graves inundações em Madagascar, Malaui e Zimbábue, além de Moçambique. Calcula-se que mais de 700 pessoas morreram e outras centenas de milhares de pessoas sofrem com as inundações e epidemias por doenças transmitidas pela água.

A Cruz Vermelha anunciou os primeiros casos de cólera, uma das enfermidades que mais preocupam os líderes governamentais e que pode afetar centenas de milhares de sobreviventes. De acordo com Sebastian Rhodes-Stampa, do Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA), foram instalados centros de controle capazes de administrar os casos registrados da doença.

Vídeo BBC News:

De acordo com a OCHA, a logística para tentar localizar os desaparecidos continua sendo um desafio. Falta luz e estradas para chegar aos atingidos, a infraestrutura elétrica de Dondo, a 30 quilômetros de Beira, em Moçambique, foi danificada.

Mais de 100 mil pessoas estão alojadas em abrigos de emergência, em sua maioria escolas.

Os sobreviventes iniciaram a reconstrução das casas com os poucos recursos à disposição. Calcula-se que será preciso pelo menos de US$ 30 milhões para prestar ajuda imediata à população. E o que mais dói é a estimativa de que há ao menos 1 milhão de crianças afetadas pelo ciclone no país.

Esperança e fé

De acordo com relato do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), em 15 de março nasceu a bebê Teresa José numa escola primária em Matara, local destinado a abrigar as vítimas do ciclone, a escola tornou-se um centro de acomodação para mais de 400 famílias. A família da menina teve que fugir de casa para escapar da enchente que invadia a residência.

FONTE: Nações Unidas no Brasil
FONTE: BBC News Brasil – Youtube
FONTE: Correio Braziliense
FONTE: Wikipedia

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